Condições precárias
O vereador Matheus Cazarin busca junto à Prefeitura, a realização de serviços urgentes para recuperação da Praça Hélio da Silva, localizada ao lado da Escola Municipal José de Souza Damy, no Bairro Cristo Redentor, que se encontra em condições precárias, sem condições de uso.
O pedido foi feito por meio de um requerimento direcionado à secretária de Infraestrutura e Serviços Públicos, Jossiely Godoi da Silva. No documento, solicita intervenção por parte do Poder Público visando a recuperação urgente daquele espaço que conta com 11.434,90 metros quadrados.
Na praça existem campo de futebol, quadra de areia, pista de caminhada com áreas de convivência, playground, quadra de esportes coberta, além de iluminação. Hoje está em condições precárias, com estrutura física danificada, sem iluminação adequada, o que compromete a segurança dos alunos e demais usuários, especialmente em horários de menor visibilidade.
O vereador ressalta que o espaço é utilizado pelos alunos da Escola Municipal José de Souza Damy para a prática de atividades físicas, especialmente às quintas e sextas-feiras, quando são desenvolvidas atividades de atletismo, mas diante da situação atual, torna-se inviável a utilização do local.
Diante disso pediu que a praça seja incluída no cronograma de obras e serviços da Prefeitura, como o objetivo de garantir segurança, dignidade e melhores condições de uso da praça pelos alunos da Escola José de Souza Damy, bem como pelos moradores da comunidade.
“O espaço funciona como extensão do ambiente escolar, sendo fundamental para o desenvolvimento das atividades de educação física e para o estímulo à prática esportiva. Além disso, a revitalização contribuirá para o uso mais amplo do espaço por parte da população, promovendo convivência, lazer, bem-estar e saúde pública”, acrescentou.
TRÂNSITO
À Agência Municipal de Trânsito e Transporte (Agetrat), o edil solicitou estudo de viabilidade técnica visando à implantação de um semáforo no cruzamento das ruas Pará e Cyríaco de Toledo, nas proximidades da Escola Ângela Maria Peres. Disse tratar-se de uma região com intensa circulação de veículos e pedestres, especialmente nos horários de entrada e saída da unidade escolar, e que a ausência de sinalização semafórica adequada tem ocasionado riscos constantes à comunidade escolar e aos moradores das imediações.
Texto/Fonte: Assessoria de Comunicação


